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Alunos de três escolas trocam experiências em laboratório de criatividade e robótica

Os alunos dos Colégios Maxi e ECSA que integram o FabLab receberam a visita interativa da equipe de robótica do Sesi Escola para uma tarde de troca de experiências e de aprendizado dos laboratórios de criatividade. Os dois laboratórios, o FabLab dos Colégios Maxi e ECSA e o laboratório de robótica do Sesi Escola, utilizam metodologias distintas para chegar a denominadores comuns: soluções para problemas do dia a dia.

Os alunos da ECSA e do Maxi apresentaram os projetos realizados ao longo do ano para a construção de soluções econômicas e sustentáveis, como elevador hidráulico, aparelho de ar condicionado, carregador de celular, sistema de iluminação e de circulação de ar. Os alunos do Sesi apresentaram projetos que utilizaram conceitos de robóticas e robôs montados com peças e com a metodologia Lego.

“O objetivo principal é incentivar a criatividade e promover ideias inovadoras”, explica a coordenadora do FabLab, Jaqueline de Vecchi Seviero, que também é diretora de Orientação Educacional do Maxi. Ela ressalta que o Colégio Maxi é a primeira escola de Mato Grosso a implantar um laboratório Fab Lab.

De acordo com Roger Henrique Bartlo, professor do FabLab, por meio das atividades desenvolvidas no FabLab os alunos têm a oportunidade de viver a experiência da resiliência e da persistência. Com as atividades de fazer, construir, pensar, consertar, os alunos exercitam a criatividade e a interação com o mundo, mas os resultados vão muito além. “No conceito do FabLab, não existe erro, existe processo e aprendizado em cada experiência”, afirma Roger.

Ediney de Brito Júnior, conhecido como professor Fenômeno pelos alunos do Sesi, explica que a metodologia da robótica proporciona a oportunidade de ressignificar o aprendizado de sala de aula por meio da aplicação daquele conhecimento em situações reais do dia a dia.

“Todo mundo fala ‘pra’ eu exercer minha criatividade, mas ninguém gosta da bagunça e da sujeira que isso faz. Aqui [no FabLab] eu posso expressar minhas ideias, aqui eu aprendo”, conta feliz da vida o aluno do 7º ano do Maxi, Lucas Sangalli.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

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