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Fuzuê Caipira tem danças típicas, casamento e homenagem ao Brasil

Com um público de 1200 pessoas, o Fuzuê Caipira Colégio Maxi contou com apresentações tradicionais das quadrilhas juninas, com direito ao já clássico casamento caipira representado pelos professores da escola. O evento ocorreu no dia 29 de junho no Buffet Leila Maluf.

As alunas do Ensino Fundamental ainda fizeram uma apresentação à parte no clima de Copa do Mundo homenageando o Brasil, que busca o hexacampeonato na Rússia. O cardápio misturou comidas típicas da região com as famosas guloseimas das festas juninas, como a Maria Isabel, Espetinho, Canjica e Curau, entre outros.

A professora Ana Helena Paroli foi a responsável por organizar as quadrilhas do 3º ano e conta que se surpreendeu com a adesão por parte dos alunos. “Desde o ano passado eu faço os ensaios da quadrilha. Eu gosto muito de festa junina e passo isso para os meninos. E este ano teve uma adesão de 95% dos alunos. O grupo teve que ser dividido em dois e as quadrilhas ocorreram de forma simultânea com um total de 96 pares de alunos. Esta foi a maior quadrilha que tivemos na escola”, relata.

A docente destaca ainda que esta foi a primeira vez que a instituição realizou a festa junina juntando as turmas do Fundamental e Médio, o que para ela foi marcante na história do Colégio Maxi. Além de contagiar os alunos com sua paixão por festa junina, Ana Helena também empolgou os professores que encenaram o casamento caipira. “Escrevi o roteiro e os professores encenaram. Foi uma surpresa para os alunos, porque eles não sabiam quem eram os atores”, explica.

Do casamento fizeram parte o professor Roger, como padre, Adriano, pai da noiva, Jaqueline, mãe da noiva, Leão foi o noivo abandonado, e o casal foi formado por Saragiotto e Stefânia.

As meninas da 3ª série também fizeram uma homenagem aos professores com hits de músicas que tivessem a ver com o jeito ou falas dos docentes. Ana Helena ressalta ainda que a participação nas 1ª e 2ª séries do Ensino Médio também foi muito boa e ainda teve um remix com passos de casal que, segundo ela, ficou muito bom.

“Os ensaios aconteceram durante a semana na escola mesmo. Foram muito responsáveis, fizeram o figurino do jeito que sugerimos. Fiquei emocionada em ver eles, porque todos foram muito cooperativos. Eu estou em tratamento ainda contra o câncer e eles sabem da minha fragilidade, mas foram muito parceiros durante todo este processo. Desde quando ficaram sabendo que eu estava doente, foram muito engajados, dançaram com prazer e com eu senti uma alegria muito grande. Fico feliz como professora, como pessoa e como funcionária da escola”, finaliza, emocionada.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

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